18/11/2008

Organismos Geneticamente Modificados

Desde a década de 80 a biotecnologia vem avançando em passos largos nos seus projetos de transgenia. Hoje seus mais desconhecidos produtos são: Milho, soja, canola, algodão e arroz transgênicos. Desconhecidos pelo fato que a maior parte da população por não ter uma cobertura da mídia que acoberta a entrada das grandes multinacionais nos países, esses geralmente pobres e ou em desenvolvimento, como sempre ficam sem saber do que rola nos bastidores. E alem dos grãos não podemos deixar de citar os coelhos biofábricas ou biorreatores fluorescentes que dizem ser uma farmácia ambulante fornecendo remédios e que atraiu até a comunidade dos artistas, acreditem! Querem aprender a técnica para transformá-la em arte viva, e já a fazem como se vê no link (bioarte).Não precisa ter bola de cristal pra entender a putaria que vai virar a vida daqui alguns anos.A madame vai poder escolher se o seu poodle vai ser rosa de pele fluorescente com olhos de gato, exalando aroma de flores do campo com peidos de jasmim.Uma coisa é certa! Vai ser fácil encontrar o bicho fujão no meio da noite não é mesmo? E quando o bicho peidar, a culpa agora é do dono com prazer!

Mas jamais podemos nos opor, porque é a ciência e essa foi dada ao homem como uma dádiva de Deus que permitiu a ele dominar e vandalizar os seres inferiores não é mesmo? Ou você vai ser chamado de antiquado, anticiência, antiprogresso, antiamericano, antiglobalização e por aí vai. O problema não é a evolução tecnológica e sim como essa tecnologia é aplicada. Nós como consumidores teríamos que no mínimo ter direito de saber se o que está levando para casa é ou não um produto com OGM. Essa informação não existe nas embalagens. Somos forçados a consumir como cobaias o que não queremos. Cada dia que passa se perde a liberdade de escolha, e a tendência é que ela desapareça por completo. E o que podemos fazer contra isso? Fugir para o mato? Não necessariamente. Uma sociedade evolui na medida em que haja um consenso em discutir sempre o que nos impõem. Hoje são as sementes, os coelhos bioreatores, e amanhã? O ser humano? Ah mas não é isso! É por uma boa causa, queremos acabar, por exemplo, com a fome mundial a partir dos alimentos transgênicos (dizem eles). E para isso os alimentos transgênicos que monopolizados pelas grandes multinacionais e que inclusive foram patenteados por lei, que essas sementes se tornem um produto exclusivo e com marca registrada do seu “criador”, penalizando com duras penas qualquer um pobre agricultor que tente plantar sementes sem pagar os seus royalties (imposto sobre patentes). E também a vergonhosa tecnologia "terminator" que torna as sementes estéreis, obrigando o agricultor sempre a comprar sementes para um novo plantio, assim as sementes ficam descartáveis, mas continuam a produzir pólen após a planta formada. Incrível como pensam em tudo , não! E quando essa nova agricultura dominar, será impossível escapar dos royalties.Pois, quem entende um mínimo de polinização sabe que o pequeno agricultor que cultivar milho,algodão e outros com suas próprias sementes colhidas selecionadas e armazenadas ao longo do tempo, podem facilmente serem contaminados pelo cultivo de transgênicos circunvizinhos através da polinização, isso é fato. Voltando a velha bola de cristal, veremos que o pequeno agricultor vai desaparecer da face da terra e ou só poderá sobreviver se plantar pagando os royalties as multinacionais que são as “criadoras das sementes”. Ingênuo quem pensa que estas fabricas de dinheiro se preocupa em salvar o mundo! Aldous Huxley deve estar se revirando no seu túmulo.Mas não para por aí!Já chega em breve no seu supermercado bananas, maças, limões, morangos, batatas com a marca registrada da sua genial e lucrativa multinacional.As farmácias vão virar verdadeiras quitandas, com suas maçãs, uvas e morangos analgésicos em passas.Todos vão adorar ter uma dor de cabeça. Em resumo, vamos comer literalmente nas mãos de um punhado de multinacionais. Essa vai ser uma das principais vias de entrada para uma "nova ordem mundial". Pois quem controla os alimentos controlam o mundo.Sem eles, não vivemos.

Pesquisem sobre o assunto e tirem suas próprias conclusões.Busquem a verdade.

"Alem de ver, vamos ver além"

NetoCaoS


17/11/2008

Política Mundial

Hoje onde o dinheiro compra a ciência, lei, política, religião, meios de comunicação, e que deixa o sujeito completamente confuso, eu te pergunto? Dá pra confiar em alguém? Não seria melhor acreditarmos então em uma pedra, do que nessa falácia sem fim? Pelo menos a pedra atirada no alvo certo, não se desvia e machuca na cabeça. A moda hoje é a crise financeira, engraçado como essa política mundial é astuciosa. Já perceberam que para se aplicar mudanças radicais em leis que não favorece ao povo em nada, sempre tem que vir uma desgraça acompanhada! Aí vem a mídia e aterroriza a população que parece que o mundo vai acabar. Em seguida surgem os políticos e dizem ao povo não se preocuparem que tudo vai ser resolvido, e logo se aprova uma enxurrada de leis favorecendo as elites. Estratégia? Eu aposto que sim!
Já ouviram falar no Amero ? A nova moeda que o NAFTA vai criar e que integrará EUA, Canadá e México com uma única moeda? O NAFTA entrou em vigor em 1994 com prazo de 15 anos para se adaptar. Sendo assim, a partir de 2009 cumprirá seu último acordo que é a criação da moeda única. Ta na cara que todo esse pânico da crise é só para forçar o povo a aceitar a nova medida. Ta parecendo conspiração? É por que esse assunto não se vê na televisão! Na TV é tudo conto de fadas, quando as pessoas se deparam com assuntos do tipo, se assustam e diz ser mais uma conspiração barata e que o sujeito é da “esquerda”. Você não pode mais criticar a política sem te tacharem na tal da “esquerda ou da direita” como se fosse obrigado a seguir algumas dessas ideologias ultrapassadas que já andam delirando.
Se não está nem aí pro Che Guevara, Fidel Castro e o pro papai Smurf! Virou Capitalista (destro). Se não acha justa a política aplicada Americana, não é um consumista desenfreado virou filho do papai Smurf socialista (Canhoto).
Enquanto a população perde tempo com essas briguinhas e não chegam a um ideal, os atores dessa grande farsa ficam brincando com a vida da gente.Se despertem, e aceitem que esquerda e direita agem para o mesmo propósito. E que a idéia é essa mesmo, confundir para separar deixando uns contra os outros para porem em prática seus planos sem discórdia.Estamos em um mundo controlado por banqueiros, o resto, são marionetes. Dessa forma!
A liberdade só vem se algemada.


NetoCaoS.


“O dia em que o poder do amor for maior que o amor pelo poder, o mundo encontrar á paz”

Sri Chimnoy Ghosy





16/11/2008

Os Dois Demônios:

Demônio-Comunismo: Eu possuo a bomba atômica. Posso impor o regime capaz de destruir o dom dos homens que mais me irrita.

Demônio-Capitalismo: Consta nos Evangelhos que nós, os demônios, somos os pais da mentira, e por isso não sei se devo acreditar no que dizes. Talvez estejas a inventar mais uma de tuas mentiras. Entretanto, não posso compreender tuas palavras quando afirmas pretender destruir o dom dos homens que mais te irrita. Que dom é esse?

Demônio-Comunismo: Não percebes? Falo do dom da liberdade. A liberdade dos homens permite-lhes escapar ao meu império. Porém, são tantos os desatinos que em nome dela são cometidos que muitos dos que hasteiam sua bandeira acabam caminhando às cegas para mim. O melhor, pois, é precipitar essa marcha pela violência e fazê-los logo escravos.

Demônio-Capitalismo: És um demônio bem tolo com essa tua camisa de operário. Não podes compreender a minha filosofia de diabo rico, vestido elegantemente em meio à grã-finagem. Pois a liberdade é justamente o poder que os homens possuem de transgredir as leis morais. Se não fosse a liberdade, como poderia eu alcançar êxito nas tentações que sutilmente insinuo nos homens, conduzindo-os ao caminho da perdição?

Demônio-Comunismo: Mais tolo és tu, pois não vês que esse caminho leva os homens ao reino que presido. Julgas trabalhar para ti, mas, na verdade, trabalhas para mim.

Demônio-Capitalismo: Trabalho para a Civilização Ocidental Capitalista.

Demônio-Comunismo: E o que é a Civilização Ocidental Capitalista?

Demônio-Capitalismo: É algo como uma coisa que existe sem existir.

Demônio-Comunismo: E trabalhas para uma coisa que ao mesmo tempo existe e não existe?

Demônio-Capitalismo: Trabalho pelo que não tem sentido.

Demônio-Comunismo: Se não tem sentido, para que serve?

Demônio-Capitalismo: Serve para que unicamente o meu próprio sentido prevaleça.

Demônio-Comunismo: Pois não vejo sentido no teu sentido. Não te defines, como eu, abertamente. As coisas que faço dirigem-se a um fim: a destruição do homem, a sua transformação em peça de máquina, a sua degradação total. Bem sabes que desde o começo, quando o demônio Lusbel nos arregimentou para a grande revolta, cujos episódios o escritor Milton descreve com tanta eloqüência, o motivo principal da nossa indisciplina foi o galardão que Deus outorgou aos homens de serem racionais e livres e, de certa forma, superiores aos anjos, porque em sua natureza dever-se-ia operar o milagre da Sagrada Aliança. Esta guerra, anterior à criação do mundo visível e tangível, continua até hoje. Todo o nosso empenho deve estar em despojar os homens de sua dignidade e de sua humanidade, reduzindo-os à condição de simples animais.

Demônio-Capitalismo: Trabalhas contra ti mesmo. Ou melhor, julgas trabalhar pela escravidão dos homens, mas ao mesmo tempo crias condições para que desperte neles a razão. Porque é justamente quando o homem se vê desligado de todos os bens da terra e se sente humilhado, ofendido, esmagado pelo sofrimento e impotente para fazer uso da liberdade que ele se recorda do que é, de onde veio e para onde vai. Então, sob o peso da dor, o homem renasce. E quando isto acontece, ele escapa ao teu e ao meu domínio. Ao contrário de ti, que impões o materialismo ateu, que crias o mito do coletivismo, que reduzes as pessoas a indivíduos e o indivíduos a nada, para que do nada ressurja a imagem autêntica do homem, eu fiz erguer no porto de Nova York a estátua da liberdade, e a essa estátua dei uma interpretação em cuja amplitude trago os homens escravos de si mesmos. Tu constróis os homens, eu é que os destruo. Na tua escravidão há um canto de esperança, mas na minha liberdade só uma marcha fúnebre subsiste.

Demônio-Comunismo: Assim dizes, mas o certo é que, conforme já te disse, trabalhas para mim.

Demônio-Capitalismo: Jamais! Considero-te o pior dos adversários, porque és um traidor de Lusbel. Acordas o Homem no homem. Quanto a mim, faço com que os entes humanos adormeçam. Não me é difícil consegui-lo: basta-me ensiná-los a cantar e dançar “rock” e outros ritmos frenéticos e fazer soar em todos os quadrantes a trombeta da Declaração dos Direitos, soprada com toda a força em 1789 na França, na Revolução Francesa. Subverti todos os valores morais no mundo da inteligência e da sensibilidade enquanto os comerciantes, industriais, banqueiros e políticos iam perdendo, dia a dia, o critério do bem e do mal. Engendrei todas as formas de divertimento e de prazeres, desde as boates, com suas músicas pop e os streap teases, até as famosas “casas de massagens” e as discotecas, que se multiplicaram pelo globo terrestre com luzes mortiças e coloridas sob as quais prostitutas e mulheres casadas se encontram numa promiscuidade ultramoderna. Acendi a paixão do jogo, fazendo cantar as roletas e grasnar as espátulas que arrecadam fichas. Fiz as cartas de baralho, de cartão e matéria plástica. Transformei a arte da equitação em jogatina desenfreada. Desorientei o cinema e o teatro de sorte a torná-los instrumentos da degradação humana. Por fim, contaminei todos os jornais, as revistas, as novelas de TV e até os desenhos animados, com que vou imbecilizando as multidões. Se o nosso fim é levar as almas ao inferno, haverás de convir que quem trabalha honestamente para Lusbel sou eu, e não tu...

Demônio-Comunismo: Pensas que trabalhas para ti, mas insisto em que, na realidade, é para mim que trabalhas. Se animalizas os homens e as mulheres, não fazes mais do que preparar o meu advento, a minha vitória. O homem só se escraviza ao meu império depois de haver se tornado escravo de si próprio. O homem consciente e desperto reage contra mim. Por conseguinte, todo o teu esforço redunda em meu benefício. Mas esqueceste-te de mencionar tua ciência. Foi esta criação tua que me facultou os meios de fabricar a bomba atômica, e a de hidrogênio, e a de nêutrons...

Demônio-Capitalismo: Inventei as bombas para impedir que dominasses esta parte do mundo onde exerço meu poder. Reconheço que és violento, ó demônio da estepe, diabo glacial-ártico, espírito vermelho de além dos Urais, e que passeias há séculos pela Ásia enforcando, degolando, incendiando, oprimindo... E, sendo tu violento, só pela violência poderias ser dominado. Então, ordenei a meus cientistas que mergulhassem qual escafandristas até as profundezas da matéria e de lá voltassem trazendo nas mãos a força invisível do átomo. Tal descoberta foi um sucesso, e, ao retornarem, assim como caçadores de pérolas após proveitoso dia de trabalho, traziam consigo esse grande tesouro, o qual considero meu tesouro maior. Fiz com ele as primeiras demonstrações em Nagasaki e Hiroshima, como bem sabes. Isto foi apenas para que viesses a saber de meu poder. Mas não tenho qualquer interesse em empregar essa arma brutal. Seria representar a tragédia em que as almas são salvas pelo sofrimento e pôr fim à comédia mecanicista por mim montada, que constitui o mais eficaz meio de manipulação. Fica tranqüilo. Se para ganhar tempo pregas a paz e a seguir te preparas para a guerra, eu, por mim, desejo apenas a paz, a paz prolongada, a paz dos pântanos e dos cemitérios onde apodrece a coragem humana, a paz do FMI, a paz das pressões econômicas, das futilidades e da lascívia, onde não lampeja a chama da vida heróica e nem mesmo o do sonho. Que o mundo se decomponha na paz da ilusão: é o meu desejo.

Demônio-Comunismo: Mas eu possuo, agora também, as bombas apocalípticas. E isto, devo dizê-lo, graças a ti. Não te espantes! Enquanto tu procuravas domar a natureza e arrancar dos recessos da matéria a força de que tanto te orgulhas, eu penetrava nas almas de teus cientistas e ia buscar uma força ainda maior: aquela que habita as almas dos homens. Infiltrei-me em teu império, e a alguns de teus súditos conquistei com falazes promessas de uma existência melhor e mais justa, e a outros prometi uma vida em que os instintos gozassem da mais plena liberdade. Tu mesmo me ajudaste a mobilizar tais elementos, dando-me, para os primeiros argumentos de Rousseau, de Diderot, de Helvetius, de Saint Simon, de Fourier, de Ricardo e de Marx; e dando-me, para os segundos, a lógica agradável de Freud. Tudo obra tua. E, tendo eu conquistado desse modo a simpatia de teus homens, eis que eles prontamente revelaram-me os segredos das fórmulas herméticas da física nuclear. E hoje posso dizer-te a ti, que és o demônio do individualismo, do egoísmo, do comodismo, dos divertimentos, das ambições, dos banquetes, das festas e dos bailes, que eu, o demônio do coletivismo, da brutalidade e do terror, estou em igualdade de forças contigo. Empatamos. E neste empate, há um vitorioso: eu. Se não me crês, considera: porque és o demônio da desorganização e da anarquia, do liberalismo sem freios, do agnosticismo e da lassidão, e levas o homem a renunciar ao uso das forças poderosas que lhe habitam a alma, os que te seguem são incapazes. Dentre eles, há os que são revoltados, e estes me pertencem. E mesmo aqueles de espírito justo, que rejeitam teu império mas estão interiormente petrificados pelo materialismo, haverão de ser por mim conquistados, para que na tua fortaleza venham a ser verdadeiros cavalos de Tróia. Então, como vês, se é verdade que foste o primeiro a lançar mão das grandes armas, a mim, para tudo dominar, bastam-me as almas. O meu triunfo é, pois, inevitável!

Demônio-Capitalismo: Nossos métodos são diferentes. Porém, desejamos a mesma coisa: a vitória de Lusbel. E haverás de admitir que, se eu vencer, ele será vencedor. Mas se venceres tu, ele jamais virá a sê-lo. O sofrimento salva os homens, os prazeres perdem-nos.

Demônio-Comunismo: Vendo-te proferir tais palavras, sinto-me como se estivesse a contemplar-me num espelho...

Demônio-Capitalismo: Também eu sinto o mesmo ao contemplar-te.

Demônio-Comunismo: E que significado supões que isto possa ter?

Demônio-Capitalismo: Não serás porventura a minha própria pessoa?

Demônio-Comunismo: Suspeito que sejamos a mesma pessoa. (Os dois demônios aproximam-se e fundem-se num só demônio).

O Demônio: Sim, sou eu mesmo que estou a falar comigo. E agora que sou um só, vejo desfazerem-se os enigmas. E temo. Temo porque, nas trevas do século, pressinto o renascer do grande sol, aquele mesmo sol que, há dois mil anos, iluminou o mundo romano. Raios, coriscos e trovões! De que me vale o meu vasto arsenal de artimanhas, se já não posso deter a sua luz? Nascerá dos horizontes do tédio do Ocidente e estenderá seus raios ao longe, até o recôndito Oriente. E, na plenitude do dia, haverá seres humanos sobre a Terra.



Fonte: http://www.samamultimidia.com.br